O Ne Tempos do Imperador mostrou a luta dos abolicionistas, que ganhou força no reinado de Dom Pedro II. Com o passar dos anos, à medida que as idéias antiescravistas se fortaleciam na sociedade daquela época, algumas leis foram aprovadas antes que os prisioneiros fossem totalmente libertados. Uma delas foi a Lei do Ventre Livre, promulgada em 28 de setembro de 1871 e assinada pela princesa Isabel.
Qual era a lei do útero livre?
Antes do fim da escravidão em 1888, havia a Lei do Ventre Livre, ou Lei Rio Branco, proposta pelo Visconde do Rio Branco. O texto defendia a emancipação dos filhos dos escravos, ou seja, todos os filhos de escravas nascidos após a entrada em vigor da lei seriam livres. A liberdade seria projetada em etapas, mas você teria a oportunidade de explorar o trabalho deles por um período de tempo. As crianças escravas ficaram sob os cuidados do fazendeiro até os oito anos. Depois disso, você pode entregar as crianças ao estado e receber uma indenização. Também tiveram a oportunidade de explorar seus trabalhadores até os 21 anos, mas sem indenização – o que muitos fizeram. A lei também criou o registro de escravos, que exigia que os senhores registrassem todos os prisioneiros em um ano. Qualquer pessoa que não fosse cadastrada era considerada livre. Apesar da criação de outra lei abolicionista, a escravidão não foi abolida no Brasil até 1888, após a assinatura da Lei Áurea. O país foi um dos últimos a abolir o uso de mão de obra escrava. Resta saber se a lei do ventre livre será mostrada em In Times of the Emperor. Como Alessandro Marson, um dos autores da novela, revelou ao Notícias da TV, a série deve terminar depois da Guerra do Paraguai. Na vida real, o conflito terminou em 1870. Em outras palavras, a abolição da escravidão também é improvável.
O que acontece em Em tempos do imperador?
Na atual novela das seis horas, a Princesa Isabel (Giulia Gayoso) se envolveu na luta dos abolicionistas junto com a Condessa de Barral (Mariana Ximenes). Os protagonistas de In Times of the Emperor até convocaram uma marcha pelo fim da escravidão. Quem não gostou nada foi Tonico Rocha (Alexandre Nero), que é contra a abolição e até tentou trazer de volta o tráfico de escravos. A série também mostrou a revolta de alguns escravos libertos como Guebo (Maicon Rodrigues) para que outros presos também conquistassem sua liberdade. Outro núcleo importante da novela é a Pequena África, liderada por Dom Olu (Rogério Brito) e Cândida (Dani Ornellas), que recebe escravos que não têm para onde ir ou que fugiram após sua libertação.

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