A cidade de São Paulo registrou 445 rejeições da vacina contra o coronavírus até o momento (3). Eles assinaram a condição por não aceitarem a marca do imunizante que estava disponível na época e, portanto, foram para o final da série de vacinas.
A medida, que foi aprovada para limitar a escolha da marca da vacina, entrou em vigor nesta terça-feira (27), por meio de lei aprovada pela Câmara Municipal e homologada pelo prefeito Ricardo Nunes.
Dessa forma, quem recusar a imunização ao ser informado do fabricante da vacina terá a oportunidade de receber a dose novamente assim que todo o programa de vacinação do município for concluído.
As exceções são feitas apenas para mulheres grávidas e mulheres após o parto [que tiveram filhos recentemente] e para aqueles que apresentam comorbidade comprovada por recomendação médica.
A Secretaria Municipal de Saúde informou que as equipes estão buscando acolher e orientar as pessoas que tentam recusar a vacina para mostrar a importância da imunização. A abordagem explica os riscos da não vacinação e que a eficácia de todas as marcas de imunossupressores usados na campanha é semelhante.
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